Do Capitão-de-Fragata José Manuel Neto Simões recebemos e publicamos o artigo "A Farsa", igualmente publicado no Jornal "Público" de hoje, 15 de Janeiro de 2014 e que aqui é reproduzido na sua versão integral
http://www.aofa.pt/artigos/Neto_Simoes_A_Farsa.pdf
Bem-Vindo/a ao Blogue da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA). Este espaço está aberto a todos os Oficiais da Marinha, Exército e Força Aérea, constituindo-se como mais um canal privilegiado de publicação e consulta de documentos, troca de ideias e partilha de informação. Em prol das Forças Armadas Portuguesas, da Condição Militar e da Soberania Nacional!
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
INDIGNAÇÃO REVOLTADA NO MEU PAÍS ASSOMBRADO.
Foto: 25 de Abril 2013
Exmo Sr.Presidente da CGA
Quanto julgava saber, a CES, que é MANIFESTAMENTE inconstitucional, seria uma maldita praga associada ao OGE de 2013, e que, em 2014, teríamos uma outra praga que o tribunal Constitucional considerou inconstitucional, o que, pelas mesmas razões, devia ter declarado a CES em 2013, não o fez , não mereceu, então, o meu aplauso, nem merece, e vejo, agora, que continua este esbulho pelo ano de 2014.
Acresce que o Exército, em tempo, oportuno sugeriu-me e a outros camaradas para passarmos à reforma antes dos 65 anos para não sermos sujeitos aos imorais cortes de um dos orçamentos de um outro Governo já defunto, mas de má memória, e, assim, com este jogo de escondidas estou a ser triplamente tributado: CES, IRS sobre a parte que não recebo por causa do CES, e, porque, por conselho do Exército antecipei a reforma, não recebo o complemento de reforma dos 65 anos aos 70 anos de idade.
Por tudo isto, e porque V. Exa é um servidor da Nação solicito-lhe que defenda também os interesses dos cidadãos a quem cabe servir, e envide todos os esforço para resolver a minha situação, o que também peço à Associação de Oficiais de que sou sócio, e bem assim a todas as entidades a quem vou dar conhecimento deste esbulho, porque nenhum cidadão, fora de um regime esclavagista e tirano, pode viver só para pagar impostos, que servem, em grande parte, para pagar juros especulativos a instituições financeiras com comportamento odioso, cruel e desumano.
Que o dever de servidor do país o leve a tomar todas as medidas e a propor uma melhor gestão da CGA, de modo a que o contratualizado connosco seja cumprido como o deve ser, e a denunciar que o défice da CGA é também falacioso, porque, ao que consta, os servidores do estado no activo já não descontam para essa caixa e o estado nunca pagou na mesma percentagem para CGA que as empresas pagam para a segurança Social. Todavia a CGA deveria fazer rentabilizar as verbas que lhe confiamos em investimentos seguros e rendíveis.
Solicito e espero que cumpra com o imperativo categórico da sua função, e não o cito por uma mera questão de retórica, mas pelo mais profundo envolvimento ético-moral e patriótico com o que, por certo, V. Exa. se identificará, e suprirá todas as eventuais deficiências jurídico-administrativas e, ou de outro teor, para o que, o exercício de cidadania, não é um meio suficiente de acesso a tais conhecimento técnicos
Com os meus cumprimentos.
coronel na situação militar de reforma, com nº da CGA .... Nº Fiscal ......
sábado, 11 de janeiro de 2014
Para Quê a Defesa?
O General Loureiro dos Santos, Sócio da AOFA de longa data, fez-nos chegar o texto integral da intervenção inicial que, recentemente, produziu na Fundação Serralves!
http://www.aofa.pt/artigos/Loureiro_dos_Santos_Para_que_a_Defesa.pdf
http://www.aofa.pt/artigos/Loureiro_dos_Santos_Para_que_a_Defesa.pdf
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Exaltação da Competência, da Seriedade e do Espírito de Dever Cumprido
A cerca de três semanas (decorrerão no dia 1 de Fevereiro)
das eleições para os Órgãos Sociais da Associação de Oficiais das Forças
Armadas (AOFA) e cumpridos praticamente 3 (três) anos de mandato dos actuais
Órgãos Sociais importa, porque é justo mas acima de tudo um dever de claro
reconhecimento, fazer um balanço rigoroso e detalhado daquilo que caracterizou
este mandato.
Quando a 15 de Abril de 2011 se realizaram as últimas
eleições, resultantes das quais se deu a tomada de posse dos membros eleitos a
3 de Maio do mesmo ano, os actuais Órgãos Sociais encontraram uma AOFA
descaracterizada, perfeitamente inoperante, para muitos, senão todos, num
estado de absoluta letargia, moribunda.
Decorrendo deste estado calamitoso os Oficiais das Forças
Armadas, já então enfrentando tremendas dificuldades pessoais e profissionais,
estavam completamente órfãos de qualquer “poder” que justamente os defendesse e
representasse, constituindo-se desta forma como um grupo relevante de cidadãos
sem palavra interventiva, sem rumo e sem esperança, tornando-se por essa razão
presa fácil de prepotências autoritárias, que desde então lamentavelmente se
têm vindo a acentuar, exercidas por parte de quem, sem escrúpulos de espécie
alguma e tendo em vista tão somente a defesa de interesses invariavelmente
distintos dos que coincidem com os dos Oficiais, restantes Militares e a
generalidade dos nossos Concidadãos, nos vêm impondo medidas extremamente
gravosas “sem fim à vista” e, sobretudo, sem que delas se vislumbrem quaisquer
benefícios daí resultantes, outrossim um agravamento evidente, mesmo
exponencial, da qualidade de vida dos Portugueses.
Em boa hora, afirmo-o peremptoriamente, em excelente hora, o
Coronel Manuel Martins Pereira Cracel, então eleito como Presidente do Conselho
Nacional da AOFA, tomou em mãos, de forma absolutamente corajosa, porque bem ciente
da tarefa ciclópica e extremamente arriscada que se propunha enfrentar, a
responsabilidade de tudo fazer para reorganizar a AOFA, devolver-lhe a
dignidade e credibilidade que gradual e aceleradamente tinha vindo a perder, e,
com isso, projectar a Associação de Oficiais a um patamar de legitimidade
representativa, intervenção coerente e frutífera que se impunha. Rodeado por um
conjunto de Oficiais determinados, dinâmicos e isentamente descomprometidos com
tudo o que não seja a defesa intransigente dos mais legítimos direitos e
expectativas dos Oficiais das Forças Armadas de Portugal, a vasta equipa que,
sem excepção, abnegadamente integra os actuais Órgãos Sociais (Assembleia Geral,
Conselho Nacional, Conselho Deontológico e Conselho Fiscal) definiu objectivos,
traçou metas e enfrentou determinadamente, sempre com o prejuízo evidente, por
inevitável, da sua vida familiar e com um estatuto 100% voluntário as enormes
adversidades que se lhes depararam. O bem comum e a Condição Militar que
partilhamos assim o determinou, determina e sempre determinará.
A estratégia contemplou, dados os tempos extremamente
difíceis, penosos mesmo, que a realidade diária evidentemente nos impunha e
impõe, a necessidade de atacar em simultâneo três vectores absolutamente
distintos, mas complementares; A reorganização interna dos serviços, o
reagrupamento dos Oficiais em torno da AOFA, implicando esse objectivo
fundamental a recuperação da credibilidade da Associação e, não menos
relevante, a intervenção externa da AOFA perante o vasto leque de Entidades
Civis e Militares que, de alguma forma, têm ou deveriam ter responsabilidades
directas e/ou indirectas no vastíssimo leque de temáticas que afectam os Oficiais,
os seus Familiares e os Militares em geral dada a sua condição específica; A
Condição Militar.
O Vector da
Reorganização Interna dos Serviços
Determinados os objectivos e considerando que os Recursos
Financeiros, Logísticos e Humanos da AOFA eram, à data, muito limitados, muitos
deles evidentemente depauperados e nalguns casos completamente inexistentes,
procedeu-se, como não poderia deixar de ter acontecido, a um trabalho rigoroso
de levantamento de necessidades em função dos objectivos e à consequente
identificação das melhores soluções para as colmatar. Desse levantamento, dessa
definição mas, não menos relevante, da gestão da força, das vontades e da
sintonia de toda a equipa resultaram nas diversas fases deste longo caminho de
que hoje todos nos orgulhamos, entre outras :
1.
A
reorganização total dos suportes informáticos físicos e lógicos da AOFA
(aquisição de equipamentos informáticos modernos e, consequentemente, adequados),
a implementação da rede informática, a aquisição de software específico para
diversas funcionalidades e a disponibilização de serviços e canais de
manutenção de dados quer internamente quer remotamente, sendo esta última
característica absolutamente determinante para que os diversos intervenientes
possam operar, em diversas circunstâncias, quer nas instalações da AOFA quer a
partir de locais remotos; As suas próprias residências. Importante realçar que
todas estas actividades foram definidas, supervisionadas e executadas
recorrendo aos conhecimentos e competências de Oficiais Associados, técnicos de
informática especializados.
2.
A
implementação da nova página oficial da AOFA na Internet. Será importante
realçar que, à data, a AOFA não dispunha sequer de qualquer presença na
Internet (era portanto uma Associação, também nessa vertente completamente
desconhecida ou, no mínimo, pouco divulgada), porquanto a anterior página havia
sido há muito desactivada. Daí para cá a página oficial é peça absolutamente
central na estratégia de comunicação com os nossos Associados, restantes
Militares e População em geral.
3.
Planeamento,
Organização e Implementação de um Sistema Informático de Gestão de Sócios. Mais
um trabalho de transcendente relevância. Trata-se de um sistema moderno e que é
hoje a charneira de toda a gestão de sócios da AOFA permitindo um controlo e
exploração fácil e optimizada de todos os dados de sócios e ex-sócios (Nomes,
Moradas, Contactos Telefónicos, Ramos, Postos, Situações, Quotizações,
Representatividade nos Órgãos Sociais, etc. etc. etc.). Este sistema, após
desenvolvimento, foi integralmente “abastecido” a partir de um levantamento e
consequente carregamento de todos os dados correspondentes a todos os sócios,
elementos que constavam em “suporte papel” manifestamente insuficiente e por
demais desactualizado. Na sequência deste enorme trabalho de pesquisa e
carregamento seguiu-se uma fase de actualização de dados levada a efeito pelo
Secretariado da AOFA. Hoje o sistema está completamente actualizado e tem vindo
a revelar-se completamente fidedigno.
4.
Recuperação
e Reorganização Total do Esquema de Quotizações. A realidade encontrada em 2011
era absolutamente confrangedora. Sem qualquer suporte informático minimamente
credível que permitisse sequer o registo e um mínimo controlo das quotizações
mais não existia que uma “folha de excel”, cujo carregamento e manutenção era
da responsabilidade de um dos nossos colaboradores que, abnegadamente, perseguia
o “impossível”. Ainda assim essa folha, explorada ao limite, não permitia
saber, com rigor e em centenas de situações “quem tinha pago” e “quanto”. De
toda esta situação, por demais grave, resultaram “perdas” globais, durante anos
consecutivos, de muitas dezenas de milhares de euros de quotizações. A criação
do já referido Sistema de Gestão de Sócios, o carregamento de dados efectuados
a partir da “folha de excel”, a intervenção de um alargado grupo de
intervenientes com responsabilidades próprias e muito bem definidas neste
intrincado processo de recuperação permitiram que hoje a AOFA tenha a situação,
pode afirmar-se, completamente controlada, estando todas as situações identificadas
e perfeitamente registadas, tendo-se para tal procedido ao contacto
individualizado de todos os Sócios para efeitos da determinação de cada
situação. A isto acresce todo o processo, também ele longo e complexo, de
implementação de pagamentos de quotizações através de débito directo, solução a
que a esmagadora maioria dos Sócios tem vindo gradualmente a aderir e que permitiu
à AOFA uma total reorganização desta determinante componente. De relevar ainda
que no plano da mais elementar justiça a AOFA procedeu igualmente a um processo
de devolução substancial de verbas a muitas dezenas de sócios que ao longo dos
anos, devido ao absoluto descontrolo deste processo, haviam pago verbas de
quotizações superiores ao que lhes era devido, para além de igualmente se ter
procedido à devolução de verbas aos Familiares de Sócios entretanto já
falecidos e cujas transferências se encontravam ainda activas, em mais uma
evidência absolutamente inequívoca da postura desta Direcção no que concerne ao
respeito e seriedade perante todos os nossos Associados.
O Reagrupamento dos Oficiais em torno da AOFA
Uma Associação que não comunica regularmente com os seus
Associados ou que não lhes disponibiliza meios de comunicação diversificados e
fiáveis é uma Associação que, em termos práticos, não existe.
Desde a primeira hora esta foi uma preocupação essencial dos
Órgãos Sociais. Houve pois que determinar, com todo o rigor, quais as
principais ferramentas e canais de comunicação existentes no mercado (pagos ou,
preferencialmente, sem custos financeiros). Também neste vital processo
comunicacional era, podemos afirmá-lo, manifestamente confrangedora a situação
encontrada. Do levantamento efectuado e das decisões daí decorrentes
resultaram:
1.
A
criação de um esquema de mailing que englobou a definição de endereços de
correio electrónico que personificam os mais destacados membros dos Órgãos
Sociais (Presidente, Vice-Presidente e Secretário da Assembleia-Geral,
Presidente, Vice-Presidente e Secretário do Conselho Nacional, Presidente e
Secretário do Conselho Deontológico, Presidente do Conselho Fiscal, Tesoureiro,
Secretário-Geral da AOFA e Relações Públicas).
2.
O
levantamento e integração no sistema de mailing da AOFA dos endereços de
correio electrónico de todos os Sócios bem como de todos os Oficiais das Forças
Armadas na situação de Activo, Não Sócios. O registo de muitas centenas de
endereços de correio electrónico de Oficiais da Marinha, Exército e Força Aérea
nas situações de Reserva e Reforma. Todo este levantamento tem sido e
continuará a ser, naturalmente, dinâmico e progressivo mas permite hoje à AOFA
a comunicação, sempre que necessário, como todos estes Oficiais (actualmente
cerca de 7.000) em tempo oportuno.
3.
A
criação e consequente divulgação de um conjunto de endereços de correio
electrónico institucionais que permitem aos Associados um rápido e eficaz
contacto com a AOFA perante todo um vasto conjunto de situações.
4.
A
criação e manutenção da já referida Página Oficial da AOFA ( www.aofa.pt ) na Internet que permite registar e
dar a conhecer todas as mais relevantes notícias e actividades da Associação
bem como ter pleno conhecimento de toda a legislação aplicável às Forças
Armadas, conhecer os Órgãos Sociais, Estatutos, Relatórios de Actividades,
Protocolos estabelecidos, Comunicados, Notas de Imprensa e demais matérias
relevantes.
5.
A
criação da Página Oficial da AOFA na Rede Social Facebook ( https://www.facebook.com/AOFA.Oficiais.das.Forcas.Armadas ), espaço amplo de divulgação de
actividades, notícias, cultura, trabalhos e opiniões mas, não menos relevante,
de debate plural e de liberdade de expressão entre os Oficiais e os restantes
Concidadãos, dado tratar-se de um espaço aberto a toda a comunidade e que nos
primeiros dois anos e meio de existência verifica mais de 11 Milhões de
Leituras, mais de 3 Milhões de Intervenções, entre “Gostos”, “Comentários” e
“Partilhas” e 4.150 Amigos e Amigas o que fazem deste espaço um indubitável
sucesso.
6.
A
concepção diária de um importante trabalho de divulgação informativa; O Resumo
de Imprensa da AOFA que está prestes a comemorar o terceiro ano de publicação
ininterrupta e que é distribuído a todos os Oficiais, Sócios e Não Sócios e
muitas outras Entidades, sempre acompanhado de um importante enquadramento
efectuado pelas nossas Relações Públicas.
7.
A
criação do “Cartão de Associado”, peça “física” relevante de ligação de todos
os Sócios à AOFA e que para além disso lhes permite usufruir de um já muito
considerável número (cerca de 150) de protocolos estabelecidos, sempre extensíveis
aos respectivos Familiares, em áreas tão diversas como a Saúde (Hospitais,
Clínicas, Farmácias, Psicólogos, Apoio Social a Jovens e menos Jovens), Ramo
Automóvel (Oficinas, Stands, Aluguer de Viaturas), Educação e Formação
(Creches, Jardins de Infância, Escolas, Centros de Formação), Hotelaria,
Restauração e Turismo (Hotéis, Pousadas, Agências de Viagens, Restaurantes),
Cultura (Livrarias, Teatros e Espectáculos Diversos) e muitas outras áreas de
interesse, projecto que se enquadra na área de intervenção social da AOFA.
8.
Formação
Profissional Qualificada; A AOFA investiu e continuará a investir fortemente
nesta componente tendo efectuado o processo de acreditação como Entidade
Promotora de Formação perante o Estado Português e o Fundo Social Europeu. Em
sequência desta importante acreditação a AOFA está a desenvolver, desde meados
de 2013 e até ao final do corrente ano um projecto de Formação na Madeira,
integralmente financiado, que permite a aquisição e reforço de competências a
mais de 120 pessoas (Oficiais, Sargentos, Praças, Militarizados e Civis que
prestam serviço em Unidades Militares). É inequivocamente uma área considerada
vital e na qual continuaremos a alargar o âmbito de acção quer a nível de áreas
de competências disponibilizadas, quer geograficamente, estando previstas
diversas actividades já no decorrer do corrente ano quer no Continente quer na
Região Autónoma dos Açores, sem prejuízo de novas actividades a desenvolver na
Região Autónoma da Madeira.
9.
Blogue
da AOFA ( http://www.aofaportugal.blogspot.pt/ ); Trata-se de mais um espaço
recentemente criado e que reforça os canais de comunicação entre a AOFA, os
Oficiais e restantes concidadãos. De manutenção exclusiva por parte de um vasto
conjunto de Oficiais, Sócios e Não Sócios, tem vindo crescentemente a
afirmar-se como mais um espaço de ampla liberdade de expressão, neste caso em
concreto destinado à publicação de trabalhos sobre uma diversidade de áreas
temáticas consideradas relevantes pelos respectivos autores.
Intervenção Externa da AOFA
Todo o esforço de reorganização interna bem como o de
implementação dos canais de comunicação com os Oficiais das Forças Armadas de
pouco ou quase nada serviriam se, na prática, a AOFA não realizasse uma miríade
de actividades, baseada na efectiva legitimidade e credibilidade de que hoje
inequivocamente dispõe.
Não sendo objectivo neste documento realizar um balanço das
actividades concretas levadas a efeito em muitas dezenas de eventos
(Seminários, Encontros de Oficiais, Reuniões com todos os Grupos Parlamentares, Presidência
da República, Ministério da Defesa, Provedor de Justiça, Chefes Militares
(CEMGFA, CEMA, CEME e CEMFA), Procuradoria-Geral
da República, Restantes Associações Profissionais Militares (ANS, AP e ASMIR), Reuniões
internacionais (EUROMIL), Associação dos Deficientes das Forças Armadas, Liga
dos Combatentes, presença nos meios de comunicação social, etc. etc.), sempre
com o objectivo de influenciar positivamente e, na medida de todas as
possibilidades, inverter tendências e acções contrárias aos legítimos
interesses dos Milhares de Oficiais que representamos, cremos ser importante
reafirmar que apesar dos inúmeros e violentos retrocessos que se têm vindo a
verificar, incontáveis são igualmente as situações em que, por reconhecida
influência directa da AOFA, muitas situações foram fortemente atenuadas e mesmo
revertidas, factos que indubitavelmente dão significado prático à expressão
“Quem luta pode ganhar ou perder mas quem não luta perde sempre”.
Num necessariamente breve mas significativo resumo dos múltiplos
aspectos que permanentemente norteiam as nossas actividades permitimo-nos
relembrar o documento que elaborámos e que apropriadamente apelidamos “Rol das
Malvadezas”, cujo conteúdo é amplamente conhecido de todas, sem excepção, as
Entidades anteriormente referenciadas.
Face aos mais recentes acontecimentos (novos cortes
extremamente significativos nos vencimentos do pessoal do Activo e da Reserva,
agravamento substancial dos cortes nas pensões do pessoal da Reforma, por via
da CES, e aumento generalizado dos descontos para a ADM para todos os
Militares, tudo isto com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2014) a AOFA está
já a planear uma série de importantes iniciativas quer ainda durante o mês de
Janeiro quer durante o mês de Fevereiro, que a seu tempo serão amplamente
divulgadas, mas para as quais apelamos desde já à participação empenhada e
decisiva de todos.
De igual forma é determinante que todos, sem excepção, possam
participar de forma cada vez mais activa dando força e consequente legitimidade
acrescida à AOFA, tornando-se associados e demonstrando também dessa forma
inequívoca o apoio à Vossa Associação Sócio-Profissional representativa, num
momento em que se torna cada vez mais evidente que cabe à AOFA o papel central
e “único” de defesa dos mais legítimos direitos e interesses dos Oficiais e seus
Familiares. Se bem que sobejamente conhecido, aqui fica o link onde podem desde
já adquirir o estatuto de Associado da AOFA :
Independentemente de tudo o que ficou expresso importa
referir que as eleições que terão lugar no próximo dia 1 de Fevereiro de 2014,
mais do que reconduzir a generalidade dos membros que compõe actualmente os
Órgãos Sociais, permitem reforçar de forma muito substancial esses mesmo Órgãos
Sociais quer através da entrada de mais um conjunto significativo de Oficiais
Generais dos três Ramos das Forças Armadas quer através do reforço inequívoco
no que respeita a Oficiais do Activo (cerca de 50% da lista é composta por
Oficiais do Activo) quer ainda pela relevante inclusão de diversas Camaradas do
sexo feminino nas listas (também todas elas do Activo).
Se no mandato que agora termina foi possível fazer tanto em
tão pouco tempo, o facto de a AOFA ser agora uma Associação dotada de todos os
meios Humanos, Financeiros e Logísticos necessários à nossa actividade e de ter
atingido uma credibilidade e uma representatividade absolutamente inequívocas,
o mandato que agora se inicia será dedicado ao reforço substancial, determinado
e absolutamente inflexível na defesa dos mais legítimos direitos dos Oficiais,
dos Militares, da Condição Militar, e, por inerência, de Portugal e dos
Portugueses.
Na qualidade de Associado da AOFA há praticamente 20 anos (15
deles na situação de Activo) e, como tudo indica, de futuro Secretário-Geral
nos anos que se avizinham, aqui fica o meu reconhecimento e agradecimento sentidos
a todos aqueles que tiveram a coragem e o espírito de sacrifício de abraçar
esta causa e de elevar a AOFA ao patamar que hoje lhe é indiscutivelmente
reconhecido. A Vossa Competência e Seriedade resultaram inequivocamente num
extraordinário trabalho e numa marca que indelevelmente ficará na história da
nossa Associação. Nós, Militares, sabemos como ninguém o forte significado do
termo “Dever Cumprido”.
Tenho pois a esperança bem fundada e tudo farei para que os
próximos anos sejam de uma continuidade, se possível reforçada, do excelente
trabalho já realizado.
Tenente-Coronel António Costa Mota
MAIS FOME, MAIS DORES, SOFRIMENTO E MORTE! OU O POGROM NAZI PÓS-MODERNO?
Há mais de um ano levantei a questão da colonoscopia em que uma minha amiga teve de a fazer sem anestesia, porque era mais barato, e, mesmo assim, cara, e não havia vaga no SNS . Publicitei, mas muito poucos partilharam, apesar de uma amiga graduada académica em enfermagem ter explicitado o sofrimento terrível que pode ser a colonoscopia sem anestesia. Todavia, cada caso é um caso, nada de alarmes.
Interessa referir que este negócio é muito rentável no privado, A preços de há uma ano um médico tirava mil euros por dia, nestes serviços , o mesmo médico que como professor assistente numa faculdade pública ganhava 1500 euros mês e um médico com 20 anos de serviço 1800€/mês no SNS. Como querem médicos dedicados no SNS? P_rra, mas somos estúpidos!
(Mas enquanto isto, os deputados comem e bebem do melhor no restaurante de 6 estrelas da AR, com uma despesa anual enormíssima, dizem que cerca de 1 milhão de euros/ano, sendo 20% da despesa coberta pelos deputados: um escândalo. Alguém ouviu algum protesto, ou greve de fome? Se sim, não se noticiou nada.)
Todavia, passado um ano, a situação neste campo, de norte a sul do país, está pior. É falso que seja só em Lisboa, há regiões do pais onde não se podem fazer por falta de tecnologia.
E todos os dias se sabe que doentes oncológicos não recebem medicamentação. Mas doentes, partidos e associações de utentes têm tido um comportamento muito passivo, estado de passividade que está a mudar: de repente a Comunicação Social acordou; há textos técnicos a denunciar a situação como também publicitei e poucos partilharam. Parece que isto só tem a ver com os outros, mas não é assim. Insisto que a probabilidade de ter um cancro é grande e sem uma medicina preventiva e rastreio será cada vez maior.
Também há corpos clínicos a se movimentarem na denúncia pública de gestões autocráticas. Espero que não morram na praia, mas...
Concomitantemente, a fome e exclusão social aumentam: por todo o lado há novos acampamentos de sem-abrigo, agora, com acampamentos literais, com pseudo-tendas montadas, como hoje, dia 9 Janeiro, ás 19h, no jardim da praça da Alegria lá estava uma tenda improvisada, e também há mais gente na Praça dos Restauradores, etc. etc.
E como cruéis e odiosos canibalizam e atiram para a miséria bastantes dos 5% de pensionistas e reformados que não eram pobres. Os 95% que não são CALIBRADOS têm faltas de meios de subsistência. Morreriam se fossem calibrados. Será esta a nova solução final, o "pogrom" nazi, pós-moderno?
Mas este é o país que cresce saudavelmente para Pedro Passo Coelho ?
Entretanto, no largo do Rato diz o PS: NOVO RUMO PARA PORTUGAL. Resisti à tentação de entrar na sua sede, para perguntar-lhes se era mesmo a sério. Ainda telefonei a um meu amigo do PS, mas não me pôde atender, voltarei a falar-lhe, e, aqui, deixo a pergunta aberta, talvez possa receber alguma resposta esclarecedora.
andrade da silva
PS: Amigas e amigos Vivemos num regime odioso, cruel, ilegítimo, INCONSTITUCIONAL na letra e na alma, não democrático.
Uns fazem o que acham certo, outros????
Petição para a demissão do Governo
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2013N40602
PS: Amigas e amigos Vivemos num regime odioso, cruel, ilegítimo, INCONSTITUCIONAL na letra e na alma, não democrático.
Uns fazem o que acham certo, outros????
Petição para a demissão do Governo
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2013N40602
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Roubado no Público e no Privado!
Neste final de 2013 e início de 2014 passaram-se comigo (ninguém me contou) duas situações que faço questão de vos relatar principalmente porque no caso da primeira é muitíssimo provável que também estejam a ser fortemente penalizados (roubados mesmo) e que, tal como eu, possam reverter a situação. Vamos lá então aos factos :
1. SEGURO OBRIGATÓRIO DA CASA (vulgarmente conhecido pelo Seguro das Paredes e Partes Comuns).
Adquiri em 2003 a minha casa contraindo um empréstimo à CGD que, de imediato, se "prontificou" a fazer o respectivo seguro através da sua companhia afiliada FIDELIDADE. Na altura adquiri a casa por 145.000 euros e o Seguro que me fizeram, o tal obrigatório, das paredes, foi feito exactamente por esse valor.... 145.000 euros. Fiquei a pagar anualmente cerca de 140 euros por esse seguro. Os anos foram passando e anualmente sempre que me chegava a factura para pagar eu verificava que o valor de base (os iniciais 145.000 euros) eram alterados, para mais, numa percentagem que nunca entendi muito bem mas que por ser relativamente pequena, confesso, nunca fui indagar. Naturalmente que em face do aumento desse valor de base, o valor que eu pagava anualmente ia, também ele, sendo superior. E foi assim até ao final de 2013, altura em que o valor de base que me veio na factura era já de 192.530 euros (comparem com o valor inicial de 145.000). Em face deste valor de 192.530 euros o "prémio" (é assim que lhe chamam) a pagar seria agora de 212 euros (comparem com os 140 euros iniciais). Liguei para a FIDELIDADE e coloquei-lhes a questão. Mas que valor é este de 192.530 euros???? Imagino que seja o valor pelo qual a minha casa está agora segura! Por outras palavras, se eu tiver um tremendo azar e ficar sem casa, é esse o valor pelo qual sou ressarcido???? Resposta! "Terá de falar com o seu Banco" (!?!?!?!?). Ainda retorqui referindo que o meu contrato do Seguro é com a FIDELIDADE mas de nada me valeu. "Terá de falar com o seu Banco". Se desconfiado estava... mais fiquei. Fui à CGD e coloquei a questão. Resposta! Um sorriso comprometedor do empregado que me atendeu seguido de um lacónico "hoje, acredite, é a terceira pessoa que atendo pela mesma questão". Resultado, para abreviar.... A Companhia de Seguros iniciou o Seguro por 145.000 euros e todos os anos aplica uma taxa de aumento "segundo as tabelas internas em vigor" e isso faz com que o valor base vá subindo indefinidamente e, com ele, o "prémio". Pior! Quando coloquei a questão do poder ter um "azar" e me ressarcirem pelo valor que consta na apólice foi-me taxativamente dito o seguinte : "Nem pensar! O que a FIDELIDADE lhe daria é o valor de avaliação "das paredes" e esse valor.... ora deixe lá ver..... é.... 88.000 euros!". O tal valor de 192.530 resulta da actualização anual segundo as ditas "tabelas internas de referência" mas na realidade o valor pelo qual seria ressarcido é de 88.000 euros (consulta feita algures pelo empregado no sistema). Mas pior ainda! Sim. Há sempre hipótese de ser pior. É que mesmo no contrato original o valor de base NUNCA deveria ter sido 145.000 euros. Porquê? Simples. Porque 145.000 euros foi o custo total de aquisição e nesse custo, mesmo sendo um apartamento, está incluído, naturalmente, o valor do terreno, da urbanização, das infraestruturas, etc. Moral da história. Andei a ser roubado, como conluio da CGD, pela FIDELIDADE durante 10 anos. Andei a pagar um valor altíssimo por um valor base que NUNCA em circunstância alguma me seria ressarcido mesmo em caso de perda a 100% do meu apartamento. Refiz o seguro para os ditos 88.000 euros (o valor máximo que poderei vir a receber se tiver um azar) e fiquei a pagar de "prémio" menos de metade. Não querem dar uma vista de olhos ao vosso actual seguro "de paredes"???????????
2. DECLARAÇÃO DE NÃO HIPOTECA DE UM CARRO (passada na Conservatória do Registo Automóvel).
Fui hoje mesmo à Conservatória do Registo Automóvel da área onde resido pedir uma declaração (que me foi exigida pelo comprador de um carro dado como "perda total") que comprovasse em como não há sobre esse carro nenhuma hipoteca ou qualquer penhora. Cheguei à Conservatória, disse ao que ia, pediram-me a matrícula (apresentei o livrete). A srª digitou a matrícula à minha frente e de imediato saiu na impressora uma folha A4 com a matrícula e a referência "Não existem quaisquer processos pendentes". Terminou???? Claro que não! A srª deu-me esse papel e disse-me. São 5 (CINCO) Euros! Uma folha A4 escrita de um único lado e com 4 linhas! CINCO EUROS! E tudo isto na Conservatória (Organismo Público)! UM ROUBO! Um enorme ROUBO! Cada vez mais pergunto, mesmo sabendo e muito bem a resposta, para onde estão a ir os meus e, já agora, os vossos impostos??????
OBVIAMENTE:NÃO MATAM, NÃO CONDENAM ÀS GALERAS, MAS.. RECALIBRAM OS VELHOS. PUDERA!
Este desgoverno odioso decidiu contra os grisalhos, ou seja, os pais, os avós e, assim, também contra os filhos, na sua generalidade: DECIDIU CONTRA PORTUGAL E O HUMANISMO- É ODIOSO!
Mas:
Naturalmente que não estamos numa guerra letal contra os grisalhos;
Naturalmente que acusar os grisalhos de comunas, ou hereges não pegaria;
Naturalmente que os grisalhos não emigram e não morrem, são mesmo uma peste, uma praga, logo vão-nos recalibrar, mas como vão fazer?
Pegam numa balança, e todos os idosos que tiverem mais de três dentes naturais, mais que 1,50 metros de altura, e mais de 49 Kg, e tiverem outra habitação que não seja no jardim das tabuletas, terão de irem aos altos fornos de recalibração, para queimarem gorduras e altura, logo, um Salazar pós-moderno não faria melhor.
De toda esta governação sacrificial resulta com toda a claridade e com um grito ensurdecedor quanto é necessário que 6.666.666 portugueses marcados para vitimas se alevantem: de uma panada lixam centenas de milhares de funcionários públicos e uns largos milhões de pensionistas e reformados de 2,5 a 3,.. milhões.
Não façamos nada e se nos deixarmos matar, teremos um funeral embrulhados num lençol ou ficaremos insepultos.
andrade da silva
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
RESPOSTAS AO DISCURSO DO PRIMEIRO MINISTRO.
UMA RESPOSTA OPERACIONAL AO DISCURSO DO 1ª MINISTRO > DEMISSÃO, conforme petição que assinamos ás 0h do 25 de Abril 2013, apoiada por cerca de 800 grandes portugueses, muitos faltam à chamada, mas...
Uma segunda resposta a da sabedoria, de Mandela, que inspirou um cartão de boas festas enviado por um camarada da gesta de Abril, e que nos diz:
"Nascemos para manifestar
a Glória do Universo que está dentro de nós.
Não está apenas em um de nós: está em todos nós.
E conforme deixamos a nossa própria luz brilhar,
inconscientemente, damos às outras pessoas
permissão para fazerem o mesmo.
E conforme nos libertamos do nosso medo,
a nossa presença, automaticamente, Liberta os outros."
NELSON MANDELA
E, assim:
A Coragem gera Coragem,
A Cobardia gera Cobardia,
O Cinismo, a hipocrisia geram: raiva, depois revoltas e, finalmente, a REVOLUÇÃO
OU PORTUGAL MUDA PARA DIFERENTE; OU, UM DIA, SE MORRE DE PÉ, OU DE CÓCORAS!
Pela História, por Portugal: PRESENTES de PÉ!
andrade da silva
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Facturas do fisco passam a rifas em Janeiro
Faturas do fisco passam
a rifas em janeiro
por L.S., 26 Dezembro 2013
A
Autoridade Tributária está a desenvolver um programa informático que permite
atribuir um número a cada fatura emitida a partir de 1 de janeiro. Um passo
para implementar o sorteio que a administração fiscal vai realizar no próximo
ano e que deverá ser um dos grandes instrumentos de combate à fraude e evasão
fiscal.
Técnicos de informática estão a
desenvolver um algoritmo, em colaboração com a Santa Casa da Misericórdia, que
permita atribuir um número a cada fatura. Esse número, de acordo com o
"Correio da Manhã", deverá servir para escolher o vencedor de vários
sorteios que o AT pretende realizar ao longo de 2014.
Falta conhecer o enquadramento legislativo
desta medida, acrescenta o diário. Será necessário também um regulamento onde
será definido o júri e os bens (eletrodomésticos ou carros) que podem ser
atribuídos.
Comentários
|
|
Tirem-me disto
26.12.2013/10:29
|
Não temos é melhores, temos que levar
com esta incompetência, busquem dos Dias Loureiros todos que pra aí andam há
solta, agora espertezas saloias, não obrigado, e FARTOS DISTO QUAZE QUE TAMOS.
|
|
manny pereira
26.12.2013/09:54
|
MESMO!
|
|
manny pereira
26.12.2013/09:53
|
ISTO E UM INSULTO A INTELIGENCIA DO
POVO, ELES QUE PROCUREM O DINHEIRO DOS SEUS AMIGOS CORRUPTOS!
|
|
sem
comentários
26.12.2013/09:37
|
AO RIDICULO QUE CHEGÁMOS!
|
|
Pasimar
26.12.2013/10:48
|
QUANDO HOUVER justiça em Portugal,
prendam também estes tipos que vão sortear os carros, assim como os que tal
legislaram e mandaram fazer. O despudor e a corrupção atingiram a alma desta
Nação, ferindo-A de morte. Somos um povo idiota, abúlico e já sem forças para
sacudir sequer as moscas das orelhas, mas que continua a votar no “centrão”
que nos rouba há mais de trinta anos.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
É NATAL (2013), MAS... PORQUÊ?
" Neste Natal 2013 às Mulheres e Homens Humanos e Livres, sem arte, nem engenho, mas com a força do Vesúvio da paixão à liberdade, à identidade e dignidade, tudo- nadas, mas átomos humanos, deixo-vos o meu grito!"
Mas... porque odeiam o sol, porquê?... Porquê!?...
Mas... porque perseguem o Amor, a liberdade, porquê? ...Porquê!?....
Mas... porque zombam da sinceridade, porquê? ...Porquê!?....
Mas... porque difamam quem diz as verdades, porquê?....Porquê!?...
Mas.... porque falam de justiça e crucificam nas cruzes da intriga a mulher e os homens probos, porquê? ....Porquê!?....
Mas ...porque se apresentam como combatentes da libertação, quando são titeres da opressão, porquê? ....Porquê!?..
Mas... porque choram os homens de parte inteira mortos, quando os querem no inferno - já! quando vivos, porquê? ...Porquê!?....
Mas... porque reina o cinismo, a crueldade, a hipocrisia, o negócio e a esquizofrenia, porquê?... Porquê!?....
Mas.... porque se dá audição aos bipolares e se calam as vozes saudáveis e éticas, porquê?... Porquê!?....
Mas......
Mas, ainda, haverá espaço, Mundo, para sermos mulheres e homens humanos?
Há, Sim! ...
Se mudarmos os credos vis e tiranos, e amarmos o outro ( no amor e respeito à identidade de nós mesmos e de todos os outros que sejam justos e dignos, está a chave do Universo do progresso e do Futuro) o mundo será governado por sábios e humanos éticos, conforme à superior sabedoria cósmica, mas, porque não acontece o Futuro, porquê? ...Porquê!? ...
Todavia, o terror e o horror capitalistas, como todos os demais que assombram o Mundo da China à Rússia, passando por Angola e tantas outras terras, como a Europa e Portugal, serão ultrapassados, quando O Homem-Homem quiser e a milhões de outros se juntar, e, nesse Futuro, haverá Abril, Primavera, Paz, Mundo, Natureza, Humanidade. E, então, porque não acontece? ...Porquê?....
Mas porquê!?.... Mas... Porquê!?.... Mas.... Porquê!?.... Porquê!?...
Gentes do Mundo da sabedoria e do amor, minha querida gente, um grande abraço - Bom Natal!....
andrade da silva
Subscrever:
Mensagens (Atom)



a.jpg)



