Bem-Vindo/a ao Blogue da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA). Este espaço está aberto a todos os Oficiais da Marinha, Exército e Força Aérea, constituindo-se como mais um canal privilegiado de publicação e consulta de documentos, troca de ideias e partilha de informação. Em prol das Forças Armadas Portuguesas, da Condição Militar e da Soberania Nacional!
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
AOFA - ELEIÇÕES (Biénio 2014/2016)
http://www.aofa.pt/rimp/AOFA_Eleicoes_Convocatoria.pdf
http://www.aofa.pt/rimp/AOFA_Eleicoes_Lista_Concorrente_Corpos_Sociais.pdf
Caros Camaradas
Pede-me o nosso Presidente que recorde a fita do tempo relativa às eleições, que terão lugar no próximo dia 1 de Fevereiro, e que divulgue a lista concorrente hoje entrada na sede da AOFA, lista essa que possibilitará prosseguir futuramente, sem qualquer hiato, a defesa dos direitos e expectativas legítimos dos Oficiais das Forças Armadas.
Pede-me, ainda, o nosso Presidente para salientar alguns dos pontos fortes desta lista: A presença de um número muito apreciável de camaradas na situação de activo (cerca de 50%), entre os quais três oficiais do sexo feminino, a continuidade da grande maioria dos que integram os actuais órgãos sociais, o equilíbrio entre os Ramos, a diversidade dos Quadros Especiais representados, a disponibilidade para dar seguimento à actividade da AOFA por parte dos que se encontram na reserva e na reforma, a sensibilidade intergeracional que todo este quadro proporciona, a qualidade, especificamente direccionada para as respectivas funções, de todos os que se juntaram para enfrentarmos os desafios que temos pela frente.
Igualmente de realçar que os cargos de Presidente e Vice-Presidente da Assembleia Geral serão desempenhados por dois proeminentes Oficiais Generais do Exército (TGEN Formeiro Monteiro e MGEN Ferreira da Cunha) e que os actuais Presidente e Vice-Presidente da Assembleia Geral (ALM Castanho Paes e COR Barroca Monteiro) permanecem nos Órgãos Sociais transitando agora para o Conselho Deontológico.
Uma última referência para o facto de, na globalidade, a lista integrar 9 (nove) Oficiais Generais dos três Ramos das Forças Armadas, 50 (cinquenta) Oficiais Superiores e 4 (quatro) Oficiais Capitães.
Com confiança,
Cordialmente,
O Responsável pelas Relações Públicas
Tasso de Figueiredo
COR TPAA
domingo, 15 de dezembro de 2013
A Vergonhosa Teoria do “São todos iguais”
No momento especialmente crítico em que Portugal e os Portugueses se encontram, consequência directa dos desvarios que têm vindo a ser perpetrados pelos diversos governos, refira-se, democraticamente eleitos, com especial incidência desde a nossa adesão à então Comunidade Económica Europeia (CEE), em 1986, o justo desespero instalado na esmagadora maioria dos Portugueses tem vindo a fazer crescer, quase dogmaticamente, a teoria, que apelido de “vergonhosa” do “são todos iguais”. Numa necessariamente breve e “superficial” análise a esta “vergonhosa”, acrescentaria, “muito perigosa” teoria o que se me oferece dizer é, utilizando uma metodologia de “catalogação” das diversas “tendências” que, apesar de diversas desembocam na mesma lamentável conclusão, o seguinte :quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Carl Bowman: a reencarnação é real...
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
AOFA - A Remuneração dos Oficiais

Sem máscaras! Sem camuflagens! Sem mentiras! A habitual frontalidade e VERDADE da AOFA. Neste documento "A Remuneração dos Oficiais das Forças Armadas" os camaradas do ACTIVO e da RESERVA que de forma tão especialmente BRUTAL têm vindo a sentir os cortes permanentes nas suas remunerações poderão verificar a crueza dos números e dos COLOSSAIS cortes! Quanto aos camaradas na REFORMA e dada a perda total de referências, a dupla penalização (apenas aplicável aos Militares), a denominada "Contribuição Especial de Solidariedade", entre outros, não permite sequer elaborar um quadro deste tipo mas, como se sabe, o panorama é ainda pior o que constituirá certamente um AVISO MUITO SÉRIO aos camaradas do Activo e da Reserva sobre a forma como, a todos nós, Militares, tem sido dado um tratamento discriminatório extremamente negativo.
http://www.aofa.pt/rimp/
SE....
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Consequências da Crise na Grécia
domingo, 8 de dezembro de 2013
Paulo Morais no Parlamento
Intervenção de Paulo Teixeira de Morais, Professor Auxiliar na Universidade Lusófona do Porto, Director do Instituto de Estudos Eleitorais da mesma Universidade e Vice-Presidente da TIAC - Transparência e Integridade, Associação Cívica, no XV ENCONTRO PÚBLICO PASC - REGIME DE INCOMPATIBILIDADES DOS DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, realizado no dia 29 de Novembro de 2013, na Sala do Senado da Assembleia da República.
O VETERANO DA GUERRA DE ÁFRICA.
Todavia está lá tudo, até o Stresse Pós Traumático.
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Cancioneiro do Niassa:
http://www.youtube.com/watch?v=J4yHrvp98Ro
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Precedente? Não, Consequência!
No dia 21 de Novembro de 2013, diversas Forças de Segurança deram corpo a uma manifestação convocada pelos respectivos Sindicatos para, frente à Assembleia da República, expressarem a sua indignação pelo tratamento a que vêm sendo sujeitas pelo governo, num protesto que congregou vários milhares de pessoas.
No final dessa manifestação, homens e mulheres ali presentes ultrapassaram as barreiras metálicas e subiram a escadaria fronteira ao edifício da Assembleia da República, num acto que, indo para além das palavras, afirmava claramente o seu nível de indignação.
Este acto foi condenado por muitos comentadores, jornalistas, políticos e, com especial ênfase, pelo governo. Neste caso, são relevantes as seguintes afirmações:
. Ministro da Administração Interna: um acto “absolutamente inaceitável”. “Primeiro porque as regras de segurança são para cumprir. Depois porque quem tem por missão fazê-las respeitar não pode dar o exemplo de as violar”. E, sendo “especialmente graves”, “tinha que haver consequências a tirar”. “Num Estado de Direito”, há regras que devem ser observadas e limites que não podem ser ultrapassados”, garantindo que tais acontecimentos seriam uma “excepção” e que “não voltarão a repetir-se”. Acrescentou ainda “Isto é um requisito essencial não apenas da defesa do Estado de Direito, mas também da defesa da imagem de prestígio e de credibilidade dos agentes e das forças de segurança”.
. Primeiro-ministro: “O que se passou não é um bom indicador da própria autoridade das forças de segurança”. O protesto “não deveria ter ficado ensombrado pelo facto de manifestantes que pertencem a forças de segurança terem quebrado as regras que, enquanto estão em funções, devem fazer respeitar”. Por isso, “o governo e as próprias polícias devem tirar consequências do que se passou, de modo a que não haja um enfraquecimento das próprias forças de segurança no cumprimento do seu dever”.
. Porta-voz do PSD: “Todos nós temos consciência de que existem organizações que têm o especial dever de exemplo na sua actuação”.
. Líder da bancada do CDS/PP: “Num Estado de direito democrático [estes acontecimentos] não podem voltar a repetir-se”. “Estes actos são graves e não se devem repetir”.
Podemos concluir que estas afirmações, entre outras de semelhante teor, classificam aqueles incidentes como um “precedente grave”, que não pode “voltar a repetir-se”.
Mas, será efectivamente “um precedente”?
Todas aquelas afirmações chamam em seu favor “o Estado de Direito” e “o especial dever de exemplo na sua actuação” de organizações e instituições que integram esse Estado de Direito.
Poderemos dizer, sem margem para dúvidas, que essas organizações e instituições têm feito prática efectiva desse “dever de exemplo na sua actuação”? Vejamos, numa breve análise, o que nos diz a prática do governo:
1. Concorreu às eleições com um específico programa. Porém, logo que tomou posse, iniciou o cumprimento de um outro programa, oposto ao apresentado a sufrágio. Dado que as eleições foram livres e democráticas, permitindo assim que qualquer partido apresentasse, sem quaisquer entraves, o programa que desejasse, este acto só pode ser considerado como ferido de desonestidade política. Não é um exemplo para ninguém de boa-fé.
2. Numa das primeiras audições na Assembleia da República, o governo afirmou, peremptoriamente, ter constatado “um desvio colossal” nas contas do Estado. Teria sido actuação exemplar o governo declarar-se “impossibilitado de cumprir o programa com que tinha concorrido às eleições”, e assumir-se como “governo de gestão corrente” até que uma auditoria independente e urgente analisasse as contas do Estado para: a) confirmar ou infirmar tal “desvio colossal”; b) em caso de confirmação: identificar os responsáveis, e seguir os adequados procedimentos jurídicos; permitir ao governo reapreciar o seu programa e avaliar da viabilidade de o cumprir ou, em caso negativo, solicitar novas eleições de modo que o País pudesse ser informado, com transparência, da real situação que teria que enfrentar, e dos responsáveis por ela. O governo não só não deu este exemplo, como procedeu de tal modo que só há lugar a uma interpretação: ter-lhe-ia “caído nas mãos” um “fundamento” que, “devidamente explorado”, sustentaria e orientaria toda a acção governativa – afinal, a que sempre desejara! -, culpabilizando sistematicamente (ainda hoje!) o anterior governo, numa atitude, e prática, da desonestidade política já referida.
3. Toda a acção governativa, desde a tomada de posse do governo, tem-se pautado pelos seguintes “exemplos: a) um constante apelo à divisão entre os portugueses, evidenciando assumida hipocrisia política, pois o seu objectivo não é governar “pelo Povo e para o Povo” – objectivos fundacionais da Democracia e do Estado de Direito! -, mas sim governar contra o Povo; b) a subserviência com que impôs o cumprimento de compromissos com os poderosos (internos e externos), quebrando com absoluto desdém os compromissos (de décadas!) assumidos com o Povo, particularmente os mais fracos e desfavorecidos, revelando uma clara cobardia política; c) a persistência com que vem roubando, e quer continuar a roubar, os pensionistas e reformados, considerados como descartáveis, num acto que constitui um verdadeiro crime político.
4. O conjunto nada edificante de todos estes actos, que têm vindo a dar forma e conteúdo substantivos à acção governativa determinam uma conclusão firme: este governo é ilegítimo!
Mas para além do governo, importa analisar outra instituição cuja acção tem que ser, num Estado de Direito democrático, crucial como fonte e exemplo de Cidadania e do exercício Ético do Poder – a Presidência da República. Vejamos então:
A. Aquando da sua reeleição, o discurso de vitória foi um discurso rancoroso, vingativo e discriminatório: não seria o Presidente de todos os portugueses.
B. A opção, legal, que fez por ser remunerado pelas suas pensões em detrimento do vencimento como Presidente da República, significa duas coisas: considera a sua pessoa acima da Função Presidencial, subalternizando o poder institucional desta; desrespeita, em absoluto, um Povo inteiro.
C. Do discurso proferido na Assembleia da República, a 25 de Abril de 2013, ressalta que apenas reconhece como “seu povo” aqueles que, mesmo sendo sistematicamente violentados, desprezados, ofendidos, roubados, humilhados, se mantêm submissos e obedientes. Todos aqueles que clamam a sua indignação perante as malfeitorias a que o governo os tem vindo a agredir, não são merecedores da sua pessoa.
D. Mais recentemente, num apelo à “serenidade”, garantiu que devíamos essa “serenidade” aos “credores que têm os olhos postos em nós”. É difícil imaginar maior subserviência!
Poderiam ser apenas tristíssimos exemplos da actuação de um “presidente” da República. Vão, no entanto, muito para além disso: são expressão concreta duma cumplicidade assumida com o governo e a sua prática governativa.
Ambos, “presidente” e governo, têm levado até ao limite da resistência o desprezo para com o Povo. Todos os exemplos da acção de ambos conduzem à mesma conclusão: não estamos confrontados com diferentes opções quanto aos caminhos a percorrer para construirmos um Futuro em que, como Comunidade, nos possamos reconhecer Dignos, Livres e Solidários; estamos, sim, perante a oposição entre o caminho de máximo bem-estar para uns poucos poderosos (cada vez mais poderosos) e o do empobrecimento, miséria e desespero da imensa maioria do Povo.
São estes os tristes, feios, execráveis, exemplos da forma como duas instituições, fulcrais num Estado de Direito democrático, dão do cumprimento de “regras que devem ser observadas e limites que não podem ser ultrapassados”, esquecendo-se – melhor, lembrando-se de se esquecerem! – que é nelas que reside, e delas tem que emanar esse “requisito essencial não apenas da defesa do Estado de Direito, mas também da defesa da imagem de prestígio e de credibilidade” (que ambos, “presidente” e governo, já não têm! ).
A subida da escadaria da Assembleia da República por parte de manifestantes das forças de segurança terá sido um acto “especialmente grave”? Eventualmente.
Mas Não constitui um Precedente! Não! É uma Consequência da inquestionável ilegitimidade com que o governo e o “presidente” da República exercem as suas funções, criando um colossal fosso de desconfiança, com ambos de um lado, e as restantes instituições nacionais e a Comunidade como um todo do outro.
E esta Consequência, e outras que porventura venham a acontecer, por mais graves, até dramáticas, que possam ser, são da total responsabilidade deste governo e deste “presidente”!
sábado, 30 de novembro de 2013
AS MEDIDAS QUE VÊM PENALIZANDO OS MILITARES
Chefes dos Gabinetes de Suas Excelências os:
• Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas
• Chefe do Estado-Maior da Armada
• Chefe do Estado-Maior do Exército
• Chefe do Estado-Maior da Força Aérea

