Fogo começo a ficar farto de tanta demagogia. primeiro foi o PM a dizer que na Irlanda houve mais austeridade que em Portugal e agora vem o pikeno Marques Mendes no Jornal da SIC reforçar a ideia e a dar exemplos...
1º A Irlanda diminui o salário mínimo ..é verdade, um facto..mas quanto é o salário mínimo na Irlanda?? 1.740 € com 20% de redução fica ainda com 1.392€ .... cabem 3 salários mínimos portugueses...isto é DEMAGOGIA da pior espécie, da espécie vigarista, vendedor da banha da cobra...
2º Os vencimentos do funcionários públicos diminuiu 10%...também para este senhor não interessa saber qual o vencimento de um funcionário público irlandês face ao português...e mesmo assim os cortes já vão muito acima dos 10%, podendo este ano chegar aos 20%..então onde está a equidade???
3º Foram despedidos 25000 funcionários públicos na Irlanda.....senhor Ganda Nóia então quantos professores e enfermeiros foram dispensados????? O número vai muito para além de 25000...mais DEMAGOGIA..
Agora querem saber a minha opinião acerca do que realmente nos separa da Irlanda???
São esta cambada de incompetentes, demagogos e vigaristas mentirosos que temos como políticos que enterram o país com os seus esquemas e que ainda por cima têm os descaramento de dizer que os portugueses ainda são uns ingratos porque querem os mesmos resultados mas não querem os sacrifícios.... não há mesmo pachorra
Bem-Vindo/a ao Blogue da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA). Este espaço está aberto a todos os Oficiais da Marinha, Exército e Força Aérea, constituindo-se como mais um canal privilegiado de publicação e consulta de documentos, troca de ideias e partilha de informação. Em prol das Forças Armadas Portuguesas, da Condição Militar e da Soberania Nacional!
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
O Cantil Militar
O CANTIL MILITAR
(07NOV2013, por Pasimar*)

O cantil é um recipiente de alumínio, plástico ou outro material resistente, usado pelas forças armadas de todo o mundo, servindo para transportar água ou outro líquido necessário para suprir necessidades do militar em determinadas missões.
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Não é um copo! E não o é somente por ser diferente do formato ou consistência de vidro que o vulgar copo tem. Não é um copo, também, porque não se limita a saciar uma simples sede. Não é um copo meio cheio ou meio vazio, consoante a sede de cada um ou mediante o prisma pelo qual se observa. É um Cantil, militar! Faz parte do equipamento com que um militar se apresenta para cumprir determinada missão. E, esse equipamento, foi pensado, planeado, programado e produzido para se obter a maior eficácia (1) possível. Assim, não cabe na cabeça de quem o planeia que tal utensílio, de guerra, seja fornecido ao militar em missão apenas parcialmente cheio, para se poupar nos custos da aquisição do seu conteúdo – o líquido. Mas, infelizmente, assim tem ocorrido no apetrechamento dos nossos militares. Não, não me refiro exclusivamente aos cantis, às armas, ao fardamento e demais apetrechos militares, pois sabemos que não temos dinheiro para ombrear com os nossos parceiros ricos da NATO. Refiro-me, fundamentalmente, ao respeito e preservação da condição militar, tantas vezes humilhada na praça pública pelos órgãos de poder, nomeadamente OCS (2) que, vendendo-se por meio pataco, a mando de interesses dúbios, veiculam informação falaciosa e demagógica. Com a manipulação da opinião pública, tratando-a como um rebanho acéfalo, embrutecem ainda mais um povo que persiste na sonolência da participação cívica. Recentemente, impingiram à opinião pública que nas Forças Armadas irá ultrapassar-se as cinco mil promoções, ainda este ano. No entanto a notícia poderia/deveria ser outra: “Este ano as promoções nas Forças Armadas ficaram mais de 50% aquém do previsto no EMFAR" (3). Na escola, quando têm aproveitamentos nos exames, os alunos transitam de classe/ano, não tendo qualquer sentido retê-los na mesma classe. O curso normal de um rio é desaguar na sua foz, pois faz parte da sua natureza. Também da natureza da condição militar fazem parte as carreiras e as promoções.
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Não é um copo! E não o é somente por ser diferente do formato ou consistência de vidro que o vulgar copo tem. Não é um copo, também, porque não se limita a saciar uma simples sede. Não é um copo meio cheio ou meio vazio, consoante a sede de cada um ou mediante o prisma pelo qual se observa. É um Cantil, militar! Faz parte do equipamento com que um militar se apresenta para cumprir determinada missão. E, esse equipamento, foi pensado, planeado, programado e produzido para se obter a maior eficácia (1) possível. Assim, não cabe na cabeça de quem o planeia que tal utensílio, de guerra, seja fornecido ao militar em missão apenas parcialmente cheio, para se poupar nos custos da aquisição do seu conteúdo – o líquido. Mas, infelizmente, assim tem ocorrido no apetrechamento dos nossos militares. Não, não me refiro exclusivamente aos cantis, às armas, ao fardamento e demais apetrechos militares, pois sabemos que não temos dinheiro para ombrear com os nossos parceiros ricos da NATO. Refiro-me, fundamentalmente, ao respeito e preservação da condição militar, tantas vezes humilhada na praça pública pelos órgãos de poder, nomeadamente OCS (2) que, vendendo-se por meio pataco, a mando de interesses dúbios, veiculam informação falaciosa e demagógica. Com a manipulação da opinião pública, tratando-a como um rebanho acéfalo, embrutecem ainda mais um povo que persiste na sonolência da participação cívica. Recentemente, impingiram à opinião pública que nas Forças Armadas irá ultrapassar-se as cinco mil promoções, ainda este ano. No entanto a notícia poderia/deveria ser outra: “Este ano as promoções nas Forças Armadas ficaram mais de 50% aquém do previsto no EMFAR" (3). Na escola, quando têm aproveitamentos nos exames, os alunos transitam de classe/ano, não tendo qualquer sentido retê-los na mesma classe. O curso normal de um rio é desaguar na sua foz, pois faz parte da sua natureza. Também da natureza da condição militar fazem parte as carreiras e as promoções.
Mas, tem sido assim, em nome da democracia (demagogia!) tudo se mistura e confunde. É elucidativo o caso recente dos estabelecimentos militares de ensino (extinção do Instituto de Odivelas). Estou expectante para ver se também vão misturar o ensino dos padres e das freiras, todos juntos em internato num mesmo convento/seminário. Quando um polícia surpreende um (insignificante) ladrão em flagrante delito, prende-o! Quando um OCS é apanhado numa mentira ou falácia, prejudicando o discernimento de milhares de pessoas…, é liberdade de expressão! Isto é, a Justiça e a Demagogia são primas em primeiro grau. Mas, felizmente, não é assim em todos os países. Apenas em Portugal.
* Acrónimo de Paulo Silva Martins
(1) Na vida militar, nomeadamente nas operações militares, o primado da eficácia sobrepõe-se sempre ao primado da eficiência: quando se dispara para matar o inimigo não pensamos em gastar somente uma bala, para poupar.
(2) OCS – Órgãos de Comunicação Social
(3) EMFAR – Estatuto dos Militares das Forças Armadas
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Comunicado - Extinção do Fundo de Pensões
MAIS UM ATAQUE À SOBREVIVÊNCIA COM DIGNIDADE DOS MILITARES
A EXTINÇÃO DO FUNDO DE PENSÕES DOS MILITARES (FPMFA) E DE COMO SE INSISTE NA SUA HUMILHAÇÃO
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Mensagem do Presidente da AOFA
Caros Associados, Oficiais das Forças Armadas de Portugal e
demais visitantes, sejam Bem-Vindos ao
Blogue da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA).
Este espaço surge na sequência de uma linha estratégica bem
definida e que aqui se prossegue,
iniciada há cerca de 2 anos e meio no momento em que um vasto conjunto de
Oficiais da Marinha, Exército e Força Aérea irmanados de espírito comum e
determinado, tendo como objectivos a
defesa intransigente dos Militares, da Condição Militar e da Soberania Nacional
aceitaram, sem reservas, integrar o projecto de desenvolvimento e afirmação da
AOFA, Associação a que muito nos orgulhamos de pertencer e que comemorou
recentemente, a 8 de Outubro, o seu 21º aniversário.
Desde a 1ª hora que dedicámos e continuamos a dedicar uma
muito especial atenção e consequente esforço à componente comunicacional por
considerarmos que é a forma mais eficaz de fazer chegar a nossa mensagem aos
nossos Associados e demais Oficiais das Forças Armadas, bem como aos nossos
concidadãos e, reciprocamente, saber exactamente o que pensam, o que nos
transmitem e quais as suas expectativas para que possamos agir em conformidade.
A utilização de diversas plataformas de comunicação, das
quais destacamos o Correio Electrónico, através do qual contactamos diariamente
mais de 7.000 (Sete Mil) Oficiais, o nosso Resumo de Imprensa, o Sítio oficial
da AOFA na internet e a nossa presença na rede social Facebook, são apenas
alguns dos melhores exemplos consolidados desta estratégia que consideramos
amplamente bem sucedida.
O Blogue da AOFA, com a participação e dinamismo de todos,
constituir-se-á como mais um canal privilegiado de publicação e consulta de
documentos, troca de ideias e partilha de informação. Em prol das Forças
Armadas Portuguesas, e da Soberania Nacional!
E na primeira linha da defesa e promoção da
Condição Militar.
Manuel Martins Pereira Cracel
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